terça-feira, 31 de maio de 2011

Maria de Nazaré - Cântico religioso







Maria de Nazaré, Maria me cativou
Fez mais forte a minha fé
E por filho me adotou
As vezes eu paro e fico a pensar
E sem perceber, me vejo a rezar
E meu coração se põe a cantar
Pra Vigem de Nazaré
Menina que Deus amou e escolheu
Pra mãe de Jesus, o Filho de Deus
Maria que o povo inteiro elegeu
Senhora e Mãe do Céu

Ave - Maria, Mãe de Jesus!

Maria que eu quero bem, Maria do puro amor
Igual a você, ninguém
Mãe pura do meu Senhor
Em cada mulher que a terra criou
Um traço de Deus Maria deixou
Um sonho de Mãe Maria plantou
Pro mundo encontrar a paz
Maria que fez o Cristo falar
Maria que fez Jesus caminhar
Maria que só viveu pra seu Deus
Maria do povo meu

Composição : Pe. Zezinho



segunda-feira, 30 de maio de 2011

Tâsmania


A Tasmânia é uma bela e selvagem ilha na fronteira entre a Austrália e a Antárctida. É conhecida como "O Alabama Australiano" devido à sua natureza selvagem. Montanhas altas que se cobrem de neve no Inverno, vales férteis, lagos de aguas límpidas e cristalinas, escarpas e rochedos espectaculares ao longo da costa e praias com enseadas maravilhosas, tornam esta ilha “Um mundo aparte”.


Foto: wikipedia_Bjørn Christian Tørrissen


Foi habitada primeiramente pelos aborígines que lá chegaram há 35 mil anos quando a região ainda estava unida ao continente. O primeiro europeu a pisar na ilha de acordo com relatos da época, foi o holandês Abel Tasman, em 1642. Chamou-a de Terra de Van Diemen, nome do governador das Índias Orientais holandesas. O actual nome é uma homenagem a Tasman.


Foto: www.wall321.com

Separada da Austrália continental pelos 240 quilómetros do estreito de Bassin, a Tasmânia é um território distinto do resto da Austrália. A população actual da Tasmânia é de origem inglesa ou irlandesa. A sua colonização iniciou-se em 1803 e até 1853 foi uma colónia penitenciária. Em 1901, Tasmânia, passou ser um dos estados da Commonwealth da Austrália.



Foto: www.trekearth_Copyright: Gladys Bennett


A população da Tasmânia está concentrada nas costas norte e sudeste, onde a ondulante região rural é rica e fértil e a costa é acessível e convidativa. Por outro lado, as costas a sudoeste e oeste são selvagens e remotas.


Foto:www.hdwallpaperbackground.com


Na maior parte do ano o mar castiga a costa oeste e as chuvas são intensas. No interior, as ricas florestas e montanhas do oeste e sudoeste da Tasmânia formam uma das últimas grandes áreas selvagens do mundo, quase toda ela uma região declarada Património Mundial pela UNESCO.

Foto: 1ms.net

Hobart é a capital de Estado, é uma cidade encantadora e cheia de charme. Situada no estuário do Rio Derwent e com a montanha Wellington como pano de fundo, Hobart é uma histórica cidade de tradição marinheira e com um profundo sentimento do seu passado. A mistura de casas coloniais e formosos parques, convertem-na em uma das cidades com mais história da Austrália.


Foto: wikipedia_wlcutler


A parte mais antiga da cidade abriga o parlamento e armazéns históricos como o Salamanca Place, feito de arenito, que hoje abriga restaurantes, galerias de arte e lojas de artesanato.

De salientar a Casa do Parlamento, construída por convictos em 1841, o Teatro Real, o mais antigo da Austrália, Penitentiary Chapel e Criminal Courts. Quanto aos museus, de referir o Museu de Tasmânia e a Galeria de Arte, com uma excelente colecção de arte aborígem e peças da época da colónia. O Museu Marítimo distingue-se pelas mostras que narram a história do porto, enquanto o Museu Vam Diemen´s Land Folk exibe as peças mais antigas dos pioneiros. Sobressaem, também, o Museu Allport e a Livraria de Belas Artes, os Jardins Botânicos, a Fábrica de Chocolates Cadbury Schweppes ou a Destilaria Cascade.

Perto de Hobart, a Vila de Richmond, encontram-se ruínas de alguns dos complexos penitenciários da época dos convictos estão semi-intactos, é um local a não perder.


Ponte de Richmond
Foto:wikipedia_Noodle snacks


Partindo de Hobart na direcção sul encontram-se pequenos e pitorescos povoados como Kettering, ponto de saída e chegada para Bruny Ilhand; Cygnet; Grove, com um modesto museu; Geeveston, porta de entrada ao Parque Nacional de Hartz Mountains; Dover, um porto de pescadores, ou Hasting a atrair os numerosos viajantes que procuram suas águas termais. A última povoação da zona é Lune River. Mais para o sul aparecem espectaculares gargantas e mais além, o Mar da Tasmânia.
A norte o Parque Nacional Freycinet, ocupa uma parte grande da península de Freycinet sendo famoso pela atractiva Wineglass Bay.


Freycinet
Foto:wikipedia_Mikeybear

Launceston é a segunda mais importante cidade da Tasmânia e encontra-se na saída do Rio Tamar. Casas vitorianas de madeira enfeitam as ruas montanhosas de Launceston. Nas imediações localiza-se a impressionante Cataract Gorge, onde o rio vai enchendo profundas piscinas naturais.


Launceston
Foto: wikipedia_DANIEL JULIE

No litoral norte da Tasmânia, encontram-se paisagens de inacreditável beleza, espalhadas de pequenas vilas como Westbury, com sua famosa White House; Deloraine, destacando pelo estilo vitoriano e georgiano; Mole Creek, onde abundam as grutas de pedra e abundante vida selvagem.


Deloraine
Foto: http://www.australiantraveller.com

Devonport é a porta de entrada a Tasmânia, o lugar onde atracam os férries procedentes do Estado de Vitória. Adornada por terras rurais férteis e uma faixa costeira selvagem, Devonport é conhecida pela sua cultura criativa, tranquilidade e pelo ar limpo do mar. No porto, os navios Spirit of Tasmania tornaram-se uma referência.


Foto: Wikipedia


A área declarada Património Mundial da Unesco é uma das maiores áreas de conservação na Austrália, cobrindo 13.800 km², a área constitui uma das últimas selvas temperadas no mundo. Destacam-se por exemplo o Parque Nacional Franklim Gordon Wild Rivers, que conjuntamente com o Parque Nacional South West (ao sul) e o Cradle Mountaim Lake St. Clair (ao norte), ocupam quase trinta por cento da superfície total da Tasmânia.

Foto: wikipedia_Bjørn Christian Tørrissen


Nesta área, encontra-se o pico culminante do estado, Mount Ossa, a famosa Craddle Mountain, o Dove Lake, além do Overland Track - trilha que atravessa a floresta tropical e que liga Craddle Mountain ao St Clair Lake.


Ilhas
A Tasmânia conta com várias ilhas em volta como Bruuny Ilhand, Maria Island, Hunter Island ou Robbins Island. Porém, são as Bass Strait Island, as duas mais importantes.


Foto: www.wall321.com

Port Arthur é a atracção turística mais visitada da Tasmânia. Fica numa zona originalmente habitada pelo povo Pyderrairme mas que, a partir de 1833, foi transformada num estabelecimento prisional erguido para albergar os “piores criminosos do império”. Conserva numerosas edificações coloniais como a restaurada Model Prision ou o Lunatic Asylum, convertido em museu.



Foto: wikipedia_LC95

Diabo-da-Tasmânia
A ilha da Tasmânia, foi o reduto de algumas espécies que desapareceram no resto da Oceania. O diabo da Tasmânia é actualmente endêmico desta ilha sendo o seu emblema. Encontra-se ameaçado de extinção devido a um tipo raro de cancro facial que está a reduziu drasticamente a sua população.

Foto: wikipedia_JJ Harrison


A Tasmânia é um lugar incrível com lindíssimos parques naturais, exuberante fauna e Flora, paisagens impressionantes.

Fontes e Fotos : Wikipedia; http://www.portalsaofrancisco; http://www.portaloceania.com; www.almadeviajante.com; www.australia.com; http://www.yesaustralia.com/; Pixdaus; http://www.australiantraveller.com; www.wall321.com; outros net.


* Fotos: Net
As fotografias sem indicação dos autores é porque não os consegui identificar. Se forem suas, por favor queiram contactar-me que colocarei imediatamente o seu nome, ou retiro-as se for esse o seu desejo. Não é de maneira nenhuma minha intenção quebrar direitos de autor.

Photographs without the authors’ names are because I could not identify them. If they are yours, please contact me and I will put immediately your name, or remove them, if that is your wish. It is not my intention to break authors rights.


Foto: wikipedia_Flying Freddy


“Quantos lugares meu Deus, para viajar! Lugares, recordados ou apenas imaginados” (Cecilia Meireles)

sábado, 28 de maio de 2011

O Relógio do Coração - Mário Quintana





Há tempos em nossa vida que contam de forma diferente.

Há semanas que duraram anos, como há anos que não contaram um dia.

Há paixões que foram eternas, como há amigos que passaram céleres, apesar do calendário nos mostrar que ficaram por anos em nossas agendas.

Há amores não realizados que deixaram olhares de meses, e beijos não dados que até hoje esperam o desfecho.



Há trabalhos que nos tomaram décadas de nosso tempo na Terra, mas que nossa memória insiste em contá-los como semanas.

E há casamentos que, ao olhar para trás, mal preenchem os feriados da folhinha.

Há tristezas que nos paralisaram por meses, mas que hoje, passados os dias difíceis, mal guardamos lembrança de horas.

Há eventos que marcaram, e que duram para sempre: o nascimento do filho, a morte da avó, a viagem inesquecível, o êxtase do sonho realizado.




Estes têm a duração que nos ensina o significado da palavra “eternidade”.

Já viajei para a mesma cidade uma centena de vezes, e na maioria das vezes o tempo transcorrido foi o mesmo.

Mas conforme meu espírito, houve viagem que não teve fim até hoje, como há percurso que nem me lembro de ter feito, tão feliz estava eu na ocasião.

O relógio do coração hoje descubro, bate noutra frequência daquele que carrego no pulso.

Marca um tempo diferente, de emoções que perduram e que mostram o verdadeiro tempo da gente.



Por este relógio, velhice é coisa de quem não conseguiu esticar o tempo que temos no mundo.

É olhar as rugas e não perceber a maturidade.

É pensar antes naquilo que não foi feito, ao invés de se alegrar e sorrir com as lembranças do que viveu.

Pense nisso. E consulte sempre o relógio do coração: ele lhe mostrará o verdadeiro tempo do mundo.



O tempo

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente
e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais:
não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Texto: Mário Quintana
Fotos: Josephine Wall



"O tempo é a imagem móvel da eternidade imóvel." (Platão)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Selinho da amiga Mariazita vencedora do prémio "BLOG DA SEMANA"


Este selinho foi oferecido pela amiga Mariazita do blog "A casa da Mariquinhas", um espaço maravilhoso, que ganhou o prémio "BLOG DA SEMANA" por votação realizada no Blog do "SUPER WILL".


Amiga muitos parabéns vosse merece esse prémio.
Beijinhos
Maria



"A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas." (Francis Bacon)

Selinho da Amiga Lena pelos seus 500 seguidores


Este selinho foi oferecido pela amiga Lena do blog "Amadeirado" pelos seus 500 seguidores.



Muitos parabéns amiga o seu cantinho merece esses e muitos mais amigos, pois é um espaço lindissimo e de qualidade.

Beijinhos
Maria



"O segredo da felicidade é encontrar a nossa alegria na alegria dos outros." (Alexandre Herculano)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Obras de Arte com palitos de Stan Munro


Stan Munro é natural de Rochester, Nova York, ex-apresentador de televisão, desde a altura em que estudava no Fashion Institute of Technology, que tinha como hobby construir peças com palitos, para oferecer.  Hoje realiza obras de arte incríveis utilizando apenas palitos e cola. 



Ele constroi réplicas de monumentos famosos entre outros são de salientar o Big Ben, o Taj Mahal, CN tower em Toronto, Opera House da Aústralia, a Torre Eiffel, Angkor Wat no Camboja, a Basílica de São Pedro no Vaticano, esta levou cerca de 3 meses a ser construida e aproximadamente 150.000 palitos.



A sua primeira cidade de palitos, Toothpick City I - History of Skyscrapers (Histórias de Arranha-céus), tinha mais de 50 edifícios famosos e foi vendida para um museu em Mallorca, Espanha.

O Taj Mahal levou cerca de 15.000 palitos e foi construído num tempo recorde de duas semanas.



Stan vive com a esposa em Syracuse, Nova Iorque, ( E.U.A.) e trabalha no Museu de Ciência e Tecnologia de Syracuse.

As suas esculturas podem durar de um dia a seis meses. A réplica da Grande Mesquita de Meca na Arabia Saúdita levou 3 meses para ser construída e cerca de 250.000 palitos.



Está a construir a sua segunda cidade Toothpick City II - Temples & Towers (Templos e Torres), que será composta por mais de 40 edificios famosos, como catedrais, mesquitas, igrejas e torres de todo o mundo. Afirma que quando estiver concluída esta cidade terá mais de 4 milhões de palitos e será a maior estrutura em palitos do mundo.



Um trabalho incrivel que exige precisão, criatividade e muita paciência.

Poderá ver mais informações e fotos no site oficial de Stan Munro: Toothpick City



"A arte é uma flor nascida no caminho da nossa vida, e que se desenvolve para suavizá-la." (Arthur Schopenhauer)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Paisagem - Poema de Sophia de Mello Breyner Andresen





Passavam pelo ar aves repentinas,
O cheiro da terra era fundo e amargo,
E ao longe as cavalgadas do mar largo
Sacudiam na areia as suas crinas.

Era o céu azul, o campo verde, a terra escura,
Era a carne das árvores elástica e dura,
Eram as gotas de sangue da resina
E as folhas em que a luz se descombina.

Eram os caminhos num ir lento,
Eram as mãos profundas do vento
Era o livre e luminoso chamamento
Da asa dos espaços fugitiva.

Eram os pinheirais onde o céu poisa,
Era o peso e era a cor de cada coisa,
A sua quietude, secretamente viva,
E a sua exalação afirmativa.

Era a verdade e a força do mar largo,
Cuja voz, quando se quebra, sobe,
Era o regresso sem fim e a claridade
Das praias onde a direito o vento corre.

Sophia de Mello Breyner Andresen

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Miosótis ✿ “Não te esqueças de mim” ✿ “Forget-me-not”


Os Miosótis significam fidelidade ou lembrança fiel.



Esta planta originária da Rússia, possui pequenas flores azuis, flores brancas e flores rosadas presentes durante as primaveras dos mais belos jardins do planeta. De porte pequeno a rastejante, com cerca de 20-30 cm de altura, com caules muito ramificados de cor verde claro a azulado. Apresenta folhas basais, pequenas, delicadas, lanceoladas a ovaladas, pubescentes de cor verde a verde azulado.



Aquilo que pensamos ser as flores do Miosótis, na verdade são inflorescências terminais que se assemelham a espigas, com formações de flores muito curtas, pequenas, brilhantes, com 5 pétalas e com o centro branco.

Pode ser utilizada em conjuntos, floreiras, vasos grandes, bordaduras. As pequenas flores duram de Maio a Agosto e existem mais de 50 variedades.



Condições de cultivo

Solo: : Ordinários, frescos, ricos em matéria orgânica, ligeiramente húmidos.



Regas: : Regular. Evitar excesso de água.



Luz: Sol, meia-sombra.

Sementeira: No local definitivo na Primavera ou em estufa entre Março-Abril.



Transplantação: Maio-Julho.

Floração: Verão



Podas: Devido ao grande número de flores, devem-se cortar as flores velhas de Miosótis para facilitar o desenvolvimento das novas flores. Deve-se cortar acima da quarta folha.



Curiosidades
As flores Miosótis também são conhecidas como “não se esqueça de mim” ou ”não me esqueças” em várias línguas — non-ti-scordar-di-me, na Itália, forget-me-not na língua inglesa etc. São várias as formas de se explicar o seu nome, são diversas as lendas e histórias. Numa antiga e romântica lenda alemã, conta-se que esse nome está relacionado à última frase de um cavaleiro que, tentando alcançar uma flor para oferecer à sua companheira, por conta do peso da armadura caiu em um rio e se afogou. Uma outra lenda, conta que o nome teria sido dado por Adão, ainda no Éden, que ao nomear as flores do jardim esquecera desta e, mais tarde, ao constatar que essa planta havia sido esquecida, deu-lhe então o nome de Miosotis como forma de compensação por seu esquecimento. Uma terceira lenda, cristã e popular, diz que as flores dessa planta teriam ficado da cor azul quando a Virgem Maria lhes derramou lágrimas por cima.

Fontes e Fotos: “Mundodeflores”; “Wikipedia”; “JardimdeFlores”; ”jardineiro.net”;“Flores guia”; “Floresnaweb”; “jardimdeflores”; "Informativoverde"; “portalmundodasflores”; outros.



"Nós podemos conceber o que a humanidade seria se não conhecesse as flores?" (Maurice Maeterlinck)

domingo, 22 de maio de 2011

Minha Alma .... Clarice Lispector






"Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem o peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros." (Clarice Lispector)


Um Domingo maravilhoso para TODOS.



sexta-feira, 20 de maio de 2011

Arte nos Campos de Arroz do Japão


"A arte é um instante de eternidade e perfeição." (V. Avelino)

Hoje apresento como é possível fazer arte com uma combinação perfeita de imaginação e agricultura.


A vila rural de Inakadate, na província de Aomori no Japão, é uma das mais conhecidas onde os agricultores criam este tipo de arte, nos seus campos utilizando arroz vermelho e outros tipos de arroz para formar os diferentes tons encontrados nas suas obras.


Esta arte iniciou-se em 1993 como um projeto de revitalização local.


Os desenhos, cores e efeitos de "pintura" são conseguidos através da utilização de diferentes variedades de arroz, que são estratégicamente dispostos e semeados em campos de arroz irrigados.


Os agricultores delineiam os contornos utilizando o arrozeiro roxo e amarelo Kodaimai junto com as suas folhas verdes de Tsugaru, uma variedade romana, para criar estes padrões de cor.


Quando chega o verão e as plantas crescem, as ilustrações detalhadas começam a emergir, mostrando obras lindissimas.


Junto ao arrozal vê-se o cuidado que tiveram ao plantarem milhares de pés de arroz.


Não é possível ver os desenhos ao nível do solo. Os visitantes têm de subir à torre de castelo do município para obter uma visão ampla da obra. 


Vistos do alto, os campos de arroz revelam lindos e gigantescos quadros, que demonstram o domínio e arte dos agricultores artistas.


Em Setembro é a altura da colheita, no próximo ano mais imagens fabulosas serão criadas.

Fontes e Fotos: email recebido e pesquisa na Net


"A arte vence a monotonia das coisas assim como a esperança vence a monotonia dos dias."(G. K. Chesterton)