domingo, 31 de janeiro de 2016

As Estrelas - Poema de Olavo Bilac





Desenrola-se a sombra no regaço
Da morna tarde, no esmaiado anil;
Dorme, no ofego do calor febril,
A natureza, mole de cansaço.

Vagarosas estrelas! passo a passo,
O aprisco desertando, às mil e às mil,
Vindes do ignoto seio do redil
Num compacto rebanho, e encheis o espaço...

E, enquanto, lentas, sobre a paz terrena,
Vos tresmalhais tremulamente a flux,
— Uma divina música serena

Desce rolando pela vossa luz:
Cuida-se ouvir, ovelhas de ouro! a avena
Do invisível pastor que vos conduz...

Olavo Bilac


sábado, 30 de janeiro de 2016

Passeando por Silves




Nas últimas férias que estive com a minha família na Praia da Rocha, decidimos ir conhecer a cidade de Silves.







Silves, durante o domínio romano, chamava-se Cilpes, nome que surge em algumas moedas romanas cunhadas nesse local no Século I a.C..




Subimos até ao Castelo.








Depois de passearmos pelo Castelo foi a vez de irmos conhecer o Museu de Arqueologia. Este Museu foi construído em torno de um Poço-Cisterna Almóada dos séculos XII-XIII.






A nossa próxima paragem foi à Sé Catedral de Silves, que foi construída em arenito vermelho (Grés de Silves), apresentando um cunho principalmente gótico, embora contenha elementos de várias épocas, visto ter sofrido alterações ao longo dos tempos.







As cegonhas eram uma presença constante nesta linda cidade







Passeando e Observando










 


A Praça do Município







Almoçamos junto a esta Praça no Restaurante Casa Velha. Comemos muito bem, e recomendamos!





Depois de almoço deu-se mais um pequeno passeio e regressamos à Praia da Rocha. Foi um dia diferente e muito agradável.







Silves é uma cidade simpática, tranquila e muito bonita, vale a pena conhecer.




sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Música






“A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição.” (Aristóteles)



quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Sardinheiras




Nativas da África do Sul, foram introduzidas na Europa em 1690 e cultivadas pela indústria francesa para obtenção do óleo essencial do gerânio-rosa em 1847. Pertencem à família Geraniaceae, possuindo esta família cerca de 280 espécies. O seu nome científico é Pelargonium hybridum, sendo conhecida por, Gerânio, Sardinheiras, Pelargonium.





São plantas perenes, podem atingir uma altura entre os 30-60 cm, dependendo da variedade. Possuem folhagem persistente, as suas flores são pequenas, podendo ser simples ou dobradas, e de muitas cores desde tons de vermelho, rosa, malva, roxo, branco, ou ainda tons misturados, dependendo da variedade.






As flores das sardinheiras são coloridas e vistosas. e podem ser utilizadas em canteiros, vasos ou bordaduras.






Solo e Rega: Os solos devem ser férteis, ricos em matéria orgânica e bem drenados. As regas devem ser reulares mas deve-se deixar o solo secar entre as regas nos meses de Outono/Inverno. Não suporta solos encharcados.

Luz e Temperatura: Devem ser cultivadas a pleno sol, mas em locais onde nas alturas de maior calor possam ter alguma sombra. Não gostam de frio e não resistem a temperaturas abaixo de 0 ºC. Não toleram geadas.




Texto explicativo: Wikipedia; http://www.mundodeflores.com/; http://www.loja.jardicentro.pt/; http://www.floresnaweb.com/; outros net.
Fotos: Pesssoais