sexta-feira, 31 de março de 2017

Rosas para festejar a primavera




Hoje deixo rosas para alegrar o olhar de todos os que passem por aqui.







"É acreditando nas rosas que as fazemos desabrochar." ( Anatole France )






"Qualquer um pode amar uma rosa, mas é preciso um grande coração para incluir os espinhos." Clarice Lispector






"Para as rosas, escreveu alguém, o jardineiro é eterno." ( Machado de Assis )







"Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho. Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!" ( Machado de Assis )






"Os homens cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim e não encontram o que procuram. E, no entanto, o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa." Antoine de Saint-Exupéry 

Fotos: Pessoais

PAISAGENS da PINTORA Ana Bulgaru




Hoje deixo como tema de pintura da artista romena Ana Bulgaru ( ver posts anteriores ):

Paisagens















Para conhecer melhor a obra desta brilhante artista visite o seu site pessoal: Ana Bulgaru




"A arte é um resumo da natureza feito pela imaginação." Eça de Queirós

quinta-feira, 30 de março de 2017

Duração - Poema de Lêdo Ivo




Toda vida é breve
por mais que ela dure
entre a areia e o vento.

Todo amor é leve
mais leve que a neve
que cai sobre a relva.

Toda vida é treva
por mais que a ilumine
a luz de cem velas.

Todo fruto é amargo:
morde-o a morte com
seu único dente.

Toda eternidade
não dura um minuto
na manhã serena.


Lêdo Ivo


quarta-feira, 29 de março de 2017

Viagem - Poema de Miguel Torga





É o vento que me leva.
O vento lusitano.
É este sopro humano
Universal
Que enfuna a inquietação de Portugal.
É esta fúria de loucura mansa
Que tudo alcança
Sem alcançar.
Que vai de céu em céu,
De mar em mar,
Até nunca chegar.
E esta tentação de me encontrar
Mais rico de amargura
Nas pausas da ventura
De me procurar...


Miguel Torga, in 'Diário XII'




terça-feira, 28 de março de 2017

✿ Flores Silvestres – Soagem (Echium plantagineum)




Na primavera elas cobrem os campos dando-lhes um lindo tom de azul.





É uma espécie de planta com flor pertencente à família Boraginaceae, tem como o nome científico de Echium plantagineum L. e são geralmente conhecidas pelos nomes comuns de Soagem, Lingua-de-vaca e Chupa-mel.





Esta espécie de Echium é nativa da Europa ocidental e do sul (do sul da Inglaterra para o sul para Iberia e do leste para a Criméia), norte da África e sudoeste da Ásia (leste a Geórgia) . Também foi introduzida na Austrália, África do Sul e Estados Unidos, onde é uma erva invasora.




Nascem em todos os tipos de solos quer sejam terrenos cultivados ou incultos. É uma erva bienal ou perene, com uni ou vários caules, podendo ser simples ou pouco ramificada. Crescem entre 20-60 cm de altura, têm áspero e peludo, folhas lanceoladas com até 14 cm de comprimento. As flores são azul-violeta, 15-20 mm de comprimento.




Devido a uma alta concentração de alcalóides pirrolizidínicos, é venenosa para a alimentação de gado, especialmente para aqueles com um sistema digestivo simples, tal como os cavalos.




Texto explicativo: wikipedia
Fotos:Pessoais

segunda-feira, 27 de março de 2017

Canção da Primavera - Poema de Mário Quintana




Primavera cruza o rio
Cruza o sonho que tu sonhas .
Na cidade adormecida
Primavera vem chegando .

Catavento enlouqueceu ,
Ficou girando , girando.
Em torno do catavento
Dancemos todos em bando .

Dancemos todos ,dancemos,
Amadas , Mortos , Amigos ,
Dancemos todos até
Não mais saber-se o motivo ...

Ate que as paineiras tenham
Por sobre os muros florido !



Mário Quintana    


domingo, 26 de março de 2017

Soneto do Silêncio





Fantástico silêncio! Nele existe
um clarão momentâneo: e tudo dorme.
Ai! que a noite irreal, cega e disforme,
ainda o faz mais pungente e amargo e triste!

Fantástico silêncio moribundo
aos meus olhos aceso como velas
que iluminassem becos e vielas
pelas cidades pálidas do mundo...

Lá o vejo pender, fruto caído,
lá o vejo soprar contra muralhas
e recobrir — silêncio envelhecido —

o que a noite ocultou, e está perdido...
Lá o vejo oscilar nas cordoalhas
de algum veleiro desaparecido.



Alphonsus de Guimarães Filho


sábado, 25 de março de 2017

✿ A Familia das Asteraceae - Margaridas e não só



A família das Asteraceae é uma das família botânica com o maior número de espécies entre as Magnoliophytas, que é também conhecida por Compositae ou compostas. São aproximadamente 50 000 espécies divididas em 900 géneros.




Entre os representantes da família estão o absinto (Artemisia absinthium), a alface (Lactuca sativa), o girassol (Helianthus annus), o crisântemo (Chrysanthemum sp.), a margarida (Bellis perenis) e muitas outras.




São planta herbáceas perenes, a sua folhagem depende do género bem como as suas flores que podem ser diversas cores.





Solo: Não são muito exigentes mas apreciam solos férteis, bem drenados e ricos em matéria orgânica.

Luz e temperatura: Gostam de muito sol e preferem zonas temperadas.





Genéro: Margaridas - Malmequeres
A espécie designada por Chrysanthemum leucanthemum ou Leucanthemum vulgare, designada também pelos termos populares de: bem-me-quer, bonina, margarida, margarita, margarita-maior, malmequer, malmequer-maior, malmequer-bravo ou olho-de-boi, é originária da Europa. O seu ciclo vital dura mais de um ano. As margaridas são na realidade inflorescências chamadas capítulo. Devem ser cultivadas a sol pleno e em solos ricos em matérias orgânicas.




Genéro: Osteospermum ecklonis - Margarida-do-cabo
Há cerca de 50 espécies, nativas de África. É uma planta de climas amenos e têm dificuldade em resistir em condições invernais ao ar livre. São muito utilizadas no paisagismo pois ficam lindas em jardins,  formando arbustos com muitas flores.






• Genéro: Serralha - Sonchus oleraceus



• Genéro:Glebionis coronarium



• Genéro:Gazania rigens 



• Genéro: Galactites tomentosa 



• Genéro: Coleostephus myconis



Texto explicativo: wikipedia; http://www.loja.jardicentro.pt/; outros net

Fotos: Pessoais